NOVIDADES

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Surgiu a primeira chapa de oposição, a do MSU.  Tem Sergio Faracco, aposentado, para diretor de seguridade, conforme eu já havia anunciado. Ebenezer, aposentado, e Arnaldo Menezes, aposentado, para titular do CD. A nominata completa pode ser acessada na internet. Estão coletando assinaturas para a inscrição da chapa. Acho que, de novo, vai ter uma chapa da situação e três de oposição. Infelizmente.

Ontem a bolsa teve expressiva alta de 4 %.  Poucos dias depois da nota soberana do país ter sido rebaixada mais uma vez.  A alta é porque as comoditties reagiram, subiu o preço do petróleo e do minério de ferro. A ação da Petrobrás teve uma alta de 16 %.  O mercado de ações é para corajosos.  Baixou, compre.  Subiu, venda.  Não durma no ponto.

A presidente da FAABB, Isa Musa Noronha, está hospitalizada.  Problema de pulmão.  A notícia é de que está melhorando.  Meus sinceros votos de pronto restabelecimento para a guerreira.  Ela é candidata a suplente do conselho fiscal para a CASSI.

Falando em CASSI no dia 25, depois de amanhã, quinta feira, haverá importantíssima reunião da comissão de negociação, quando tudo poderá ficar definitivamente resolvido ou não.  O rumor é de que o BB vai jogar pesado na reunião. Vamos torcer pelo melhor.  Transferência jamais.

Ilma Peres foi excluida da chapa do Humberto para a Cassi, parece que por problemas jurídicos de filiação na Caixa. Breve saberemos mais detalhes.  Ilma é um nome de expressão. Vai fazer falta.

Estou indo para Brasilia para a posse de Claudio Lamacchia na presidência da OAB nacional.  Voos lotados, hotéis lotados, aguarda-se uma multidão na solenidade de posse que acontecerá no auditório Ulisses Guimarães.

SEMANA DECISIVA

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Estou na praia de Atlântida, município atual de Xangri Lá, RS, que fica a 130 Km de Porto Alegre, onde tenho casa de veraneio há mais de quarenta anos. Vim fechar a casa, encerrando a temporada de veraneio, que este ano foi curta, por causa do carnaval ter ocorrido no princípio do mes.  Pouca gente na praia. A maioria já retornou. Dizem os comerciantes que foi um mau ano para eles, apesar da maior frequencia dos argentinos. Os gastos estavam realmente contingenciados e os preços lá nas alturas.
 



                                  Na casa de praia

Estamos no dia 20 de fevereiro. O tempo continua correndo cada vez mais rápido e contra nós, os mais idosos.  Mes que vem voltam as cobranças do ES.  Em abril tem 13 salário para aliviar o sufoco, mas tem a declaração salgada do Imposto de Renda e o pagamento da primeira parcela. Tem as eleições para a Cassi. E em maio as eleições para a Previ. Tudo em rítmo acelerado, nos atropelando. Mexendo com nossas finanças, com nossas emoções e com a nossa vida. Haja coração, haja saúde, haja paciência, para enfrentar o stress.  Dizem que o jeito é ir tocando. "Deixa a vida me levar, vida leva eu...", segundo o Pagodinho. Gosto mais de ser protagonista, de intervir, de fazer as coisas acontecerem. Gosto mais da música, quem sabe faz a hora, não deixa acontecer. Mas, enfim...
 


                              Fugindo do calor

Semana entrante é decisiva para nós com relação à composição de chapas para a eleição da PREVI.  As últimas reuniões estão se sucedendo, nervosas, ásperas, difíceis.  Torço por um consenso, por união, por uma chapa de oposição realmente vitoriosa. E´ fundamental.





                       Um casal de cardeais no bebedouro

Segunda feira tenho reunião na AFABB RS com o Ricardo Maeda, vice presidente do nosso CD e coordenador do conselho de usuários no RS, que é candidato a conselheiro deliberativo da CASSI.  O Lahorgue, o Pereira e o dr. Krieger também participam da reunião.

Terça feira vou a Brasilia para alguns contatos e para a posse do dr. Claudio Lamacchia na presidência nacional da OAB, o primeiro gaucho a ter esse cargo. O Lamacchia é muito meu amigo e vem do quadro jurídico do BB.  Seu avô foi consultor jurídico do banco, dr. Paulo Pacheco Prates. E´ associado da afabb rs.

Quarta feira vou para o Rio de Janeiro a fim de participar da reunião mensal do CD da Previ, que acontecerá na sexta feira.  Antes, porém, haverá reuniões preparatórias, pois a pauta é pesada.




                                  Um canário na casinha

Aumentei as letras e o tamanho das fotos a pedido do amigo Adaí. E assim passam os dias. Estou neste momento na sacada de minha casa, redigindo este post, e me divertindo e distraindo com os passarinhos que se alimentam do alpiste que coloco para eles. O antigo bebedouro, onde tomavam água e se banhavam, agora, por causa do mosquito Aedes e da Zica, foi esvaziado e transformado também em local de nutrição. Devem ter mais de trinta agora.  Pardais, cardeais, canários, pombas rolas, pica -paus, beija =flor, tem de tudo. Xô stress.

A UNIÃO DA OPOSIÇÃO NA ELEIÇÃO DA PREVI

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Na última eleição, 2014, a oposição veio dividida em tres chapas e a situação apenas com uma.  Durante a campanha e a votação ficou uma pendenga a respeito de qual das chapas era a mais representativa da oposição. Lembram ?  Isso causa um desgaste desnecessário.  Passamos a maior parte do tempo brigando entre nós. 

Todos sabemos que o ideal é a unidade da oposição.  Tarefa difícil, sem dúvida.  E´ preciso diálogo, composição, transigir, abrir mão de cargos, focar na vitória, nos objetivos que se pretendem, nos princípios que são defendidos, nos programas de ação, etc, etc.. Sabido que existem algumas diferenças a ser superadas. E que a fogueira das vaidades também atrapalha.

Nesse cenário, tão turbulento como a tempestade que enfrentei no avião na chegada em Porto Alegre, é preciso discernimento, bom senso e idealismo, pois os tempos atuais estão bicudos, o momento é grave, para não dizer gravíssimo, e não se pode ser leviano nem imprudente nesta hora.

Eu decidi entrar no processo por constatar que os rumos da oposição estavam marchando , mais uma vez, para a divisão de forças, que a busca da unidade e do consenso estava sendo deixada de lado, que os grupos e as lideranças estavam fechados, que de novo estariam em disputa várias chapas ditas de oposição.  E me coloquei a disposição para encontrar um outro caminho, de uma chapa vencedora, composta de todas as forças que querem uma mudança na gestão da Previ, mais voltada para seus verdadeiros donos, que são os participantes.

Estou nessa luta. Procurando conversar com quem está disposto ao diálogo.  Dando e recebendo telefonemas.  Pensando em nomes.  Não descartando o meu próprio, embora reconheça que não tenho o cacife necessário, para que não se diga que não quero participar diretamente dos acontecimentos, já que, reconheço, a suplência foi uma má idéia. Mas a idéia é compor uma chapa realmente vitoriosa, pois só podemos pensar em vencer e vencer. E, se necessário, para esse desiderato, abrirei mão do meu nome em favor de quem tiver mais condições.

O que tenho reparado é que a situação vem forte, liderada, com certeza, pelo atual diretor de seguridade, Marcel Barros, que, segundo dizem, vai tentar a re-eleição, apoiado pela Contraf Cut.  Ao que consta, estão costurando vários apoios e alianças, afora os sindicatos, com as principais entidades e associações do funcionalismo. 

Contra essa chapa poderosa é que a oposição tem que lutar para vencer as eleições, que, em meu entendimento, são as mais importantes de nossa história. E´ agora ou nunca.  E´ questão de vida e morte. O nosso futuro depende desta eleição.

Algumas reuniões estão acontecendo, mas nada está muito claro do lado da oposição, a não ser a declaração do MSU que virá com chapa própria, do Marcos Cordeiro propondo um cadastro positivo de candidatos e da ANAPLABB, do caro amigo Zanella, me dando força em seu blog, o mesmo acontecendo com outro querido amigo, o Adaí, em seu prestigiado blog.  Tudo está sendo feito em surdina, o que não é de estranhar. Faz parte do jogo.

Rezo para que as principais lideranças nossas cheguem a um consenso e que a gente consiga compor uma chapa de oposição unida e poderosa.  Vou continuar me esforçando nesse sentido até o último momento. Faço o que posso. Faço a minha parte. Conto com vocês. Agradeço do fundo do coração todo o apoio que tenho recebido, no blog, por email, por telefonemas, e pessoalmente.

A união é a nossa força.

Vamos que vamos.

VAMOS PARTICIPAR DA ELEIÇÃO DA PREVI

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Saúde não é o problema. Afora os desequilíbrios glicêmicos, que estou aprendendo a controlar, como faço com a pressão arterial,  não tenho outras doenças maiores.  O que me falta é cacife para concorrer a diretor de seguridade da Previ. Os apoios que disponho não são suficientes para obter uma indicação tão importante para a eleição da PREVI. Mas de qualquer maneira é muito gratificante para mim, nesta altura de minha vida, já beirando os oitenta anos, faço 78 em maio, ter meu nome lembrado por vários colegas.  Eu agradeço do fundo do coração.

O que decidi fazer é participar da eleição para a Previ de forma pro ativa, procurando a construção de uma chapa de oposição verdadeiramente vitoriosa, que possa representar as nossas reivindicações e preocupações em nosso fundo de pensão.  Resolvi intervir no processo.  Não ficar apático, nem acomodado.  Achei que não tinha esse direito.  Ao contrário, minha obrigação era estar participando diretamente das conversações e das articulações. E já parti para a luta. Já estou nela.

Na realidade, trata-se de uma eleição decisiva, marcante, definitiva. E´ agora ou nunca.  Ou damos uma demonstração inequívoca do modelo que queremos que impere na Previ ou estamos perdidos. O nosso futuro depende desta eleição. Não tenho dúvida nenhuma disso. E foi por esse motivo que decidi não ficar de fora. Espero apenas que tenhamos sorte e inspiração na escolha dos nomes.

Já estou agindo. Estou dando e recebendo telefonemas. Fazendo contatos.  Buscando consenso.  Fazendo o que eu posso e devo fazer. Você também faça a sua parte. Participe. Não fique acomodado  no sofá.  Mobilize-se.  Vamos atrás da Mangueira campeã.  Vamos ganhar.  Atrás da verde e rosa só não vai quem já morreu.

Vamos que vamos !
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QUARTA FEIRA DE CINZAS, AGORA É PARA VALER

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Terminou o carnaval, chegou a quarta feira de cinzas, iniciou a quaresma, agora a coisa é para valer. Acabou a fantasia, o sonho de ser rei ou rainha se desfez, a realidade nua e crua se apresenta à nossa frente.

Alguns continuam acomodados, outros assustados;  alguns continuam mobilizados, outros acovardados; alguns continuam na peleia, outros se retiraram. Alguns tem esperanças, outros desesperanças.

Como disse um dirigente de escola de samba a um repórter que lhe indagava sobre um carro alegórico que havia estragado: problemas existem sempre, temos que enfrenta-los e soluciona-los. Dirigente é para isso mesmo. Não é para ficar só se lamentando. Tem que agir e tocar pra frente.

Gostei demais desse dirigente da Salgueiro.  Perdeu o campeonato para a Mangueira por causa do defeito do carro, mas não se abateu na hora, fez o que foi possível, não desanimou, e conquistou o vice campeonato honrosamente.

E´ o que penso neste momento em que começam a transparecer os nossos grendes problemas, já anteriormente previstos por mim, há cerca de dois anos.  Vamos lamentar, chorar as mágoas, desanimar ?  Ou vamos nos mobilizar e agir ?  As eleições estão aí mesmo.  Para quê ? 

Eu estava meio afastado e abichornado, por diversos motivos, a partir da eleição da ANABB e do surgimento de alguns problemas de saúde.  Mas o episódio que vivi no avião no meio do furacão mexeu comigo, me fez olhar a vida de novo sob o prisma do guerreiro, dos fortes e bravos, de maneira que não vou me desmobilizar nem descumprir os compromissos que tenho com meus colegas e companheiros de tantas jornadas. Estou dentro, gurizada.  Contem comigo.

 

Depois de um churrasco de picanha,  mal passado, como a gente da fronteira aprecia, preparado no capricho por mim, só me resta agradecer a Deus, aos meus santos e anjos protetores, e conclamar a todos vocês que não se deixem contaminar com o comodismo dos interesseiros de plantão e se mobilizem para efetuar as mudanças necessárias para assegurar o nosso futuro.

Vamos que vamos !



O CARNAVAL E A VIDA

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Este ano o carnaval chegou cedo, já no princípio de fevereiro. Isso significa férias mais curtas e antecipação do trabalho produtivo no país, que está passando por uma séria turbulência, mais grave do que aquela que sofri no avião na chegada em Porto Alegre durante o vendaval que castigou a cidade na sexta feira passada.


Prometo que depois do carnaval vou comentar sobre as eleições da CASSI e da PREVI, bem como sobre a difícil conjuntura que ambas atravessam.  Mesmo com o blog em recesso, por dever de consciencia, não posso lavar as mãos e silenciar nesta hora, pois decisões importantes serão tomadas que terão reflexo direto em nossas vidas.

Falando em vida é natural que esteja festejando a minha, depois do susto que passei no avião, quando parecia que o desastre era iminente e não iríamos sobreviver.  Depois do perigo a vida parece mais leve, mais colorida, mais bonita, mais interessante.  A gente repara em coisas que iam passando desapercebidas. Como, por exemplo, na lealdade e afago dos cães.  Até em pequenas coisas da natureza.  Neste momento estou encantado na sacada de minha casa da praia vivenciando o voo das borboletas e o canto e o bulicio dos passarinhos.






Um amigo meu, coronel do exército reformado, está desconfiado deste meu comportamento. Ih ! Agora deu para reparar nos passarinhos. Olha ali que bonitinho aquele cardeal ! Olha a cabeleira do Zezé...

Eu não ligo. Toco a vida adiante.  Festejei com a Ana jantando em restaurante, comendo casquinha de siri gratinado, espaghetti ao fruto do mar, com uma cervejinha Stella.  Minha glicose até melhorou depois da descarga de adrenalina. Cortei a grama do jardim, colhi e comi pitangas deliciosas, E vou fazer um churrasco hoje, apesar do preço escandaloso da carne, que vou pagar em prestação. Coloquei um CD da Elis Regina.  O equilibrista, adoro. Aguas de Março, é pedra...

E por falar em Elis Regina houveram anônimos que me chamaram de mentiroso por ter mencionado que namorei a pimentinha.  Se incomodaram com isso ?  Será que minhas histórias despertam tanta inveja assim ?  Fazer o quê se minha mãe , que era bonita, me dava uma colher de mel todos os dias ?  Agora a desconfiança é geral, a internet propicia esse sentimento, tantas mentiras por lá circulam, como na Previ que os conselheiros tem que comprovar com documentos tudo, mesmo que, como no meu caso, tenha me formado em Direito há 52 anos e meu diploma, que era de pergaminho puro, tenha se esfacelado no ano passado quando obtive a certificação no ICSS.

Sempre gostei do carnaval. Sou vidrado numa mulata requebrando e numa bateria de escola de samba. Tanto riso, tanta alegria, mais de mil palhaços no salão...  Qualquer semelhança conosco é mera coincidência.  Será que ele é ? O quê ?  Será que ele é ?

Bom Carnaval para todos.  Celebrem e festejem a vida !

PASSADO O SUSTO

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Conforme diz a música de Roberto Carlos, que declamei e cantei na festa de final de ano da AFABB RS, "se chorei ou se sorri, o certo é que emoções eu vivi".

Realmente a viagem de avião na sexta feira à noite, durante a tempestade que devastou Porto Alegre, foi emocionante, conforme contei na postagem anterior.  A adrenalina foi grande. O susto recém agora passou.  Costumo ter a tremedeira sempre depois dos acontecimentos.

O interessante quando a gente enfrenta um perigo apavorante,  desses é que, depois, os problemas da vida diária, alguns até complicados, parecem de menor monta, até insignificantes,  A gente compara as situações e acha graça de ter sentido algum receio ou medo.  Em seguida vem à memória aqueles momentos terríveis, como aquela queda súbita e a estabilização que quase faz com que os passageiros batam no teto do avião, o que não acontece graças ao cinto de segurança, e aí tudo parece mais fácil.

Nos aviões antigos, onde não havia pressurização ainda, as quedas no vácuo eram mais frequentes e perigosas. Sergio Faracco, escritor famoso do Alegrete, conta o caso de um estancieiro muito conhecido naquela cidade, que viajando pelo Constellation da Varig para Nova York, enfrentou uma queda livre de cerca de quatrocentos metros, que ele calculou em légua e meia no altímetro.

"Ele bebia um cálice de connhaque quando o avião entrou no vácuo. O cálice lhe escapou da mão e grudou de tal modo no teto que, ao fim do mergulho, parecia uma ventosa, e ele consequiu recuperar a bebida sem que uma só gota fosse derramada".  Que tal, hem ?

Falo que os outros problemas parecem menores que o susto que passei no avião, mas a verdade é que são cabeludos, como veremos mais adiante.

Mas a vida está acima de tudo.  Viver e não ter a vergonha de ser feliz. 

Vamos que vamos.