BLOGS UNIDOS JAMAIS SERÃO VENCIDOS

sexta-feira, 28 de junho de 2013

A Cecilia em sua última postagem, falando do teto de benefícios, propõe uma união dos blogs a favor de uma mobilização que consiga derrubar esse absurdo imposto pelo BB na Previ.

Cecilia propõe que seja elaborado um documento conjunto que faça a Previc cobrar da Previ o cumprimento do que foi por ela determinado, sob pena de intervenção, e que todos unidos façam pressão até que a medida seja efetivada.

Já me manifestei a respeito do teto dos benefícios e acho que se trata de uma excrescência que tem que ser extirpada o quanto antes de nosso fundo de pensão, pois contamina todo o sistema de previdência complementar e cria uma casta de privilegiados absolutamente inconcebível.


Eu saí do conselho fiscal da Previ em maio de 2006, quando terminou meu mandato de quatro anos, e recordo que o maior benefício na época não alcançava vinte mil reais, andava ao redor de dezessete mil reais, se não minha memória não me falha.

Agora, segundo o diretor Marcel em Balneário Camboriu, já são 110 os privilegiados que percebem benefícios acima de vinte e oito mil reais. Para mim é um escândalo. Um jornal, parece que o Tribuna, já noticiou o fato, como um festival de marajás abusando dos recursos públicos.

Fala-se que o Ministro Mantega e o Ministro Paulo Bernardo estão perigando em seus cargos em razão dos protestos, fruto de má gestão e de maus resultados em suas atribuições.  Dizem que o Mantega será substituído pelo Meirelles, ex presidente do Banco Central no Governo Lula.

Acho que esse episódio do teto dos benefícios depõe contra ambos os Ministros, pois são coniventes ou protagonistas. Nada teria acontecido sem a anuência deles.

Estou pronto para me unir à luta para acabar com essa monstruosidade na Previ e também para tentar impedir que a sugestão dos diretores Marcel e Paulo Assunção seja adotada, por totalmente desvirtuada da realidade e por atentar contra os nossos próprios interesses, que, eles, diretores eleitos, deveriam procurar defender.

Estou, inclusive, pronto para ir para as ruas ou para a frente da Previ bradar pela implantação de um teto decente e justo na PREVI.

Como prova de união de blogs e soma de esforços, publico, acima, a foto que tirei com o Professor Ari Zanella no balneário Camboriú. E também uma outra de mim na passeata de ontem. Baderna só houve depois que saí e fui para casa. Comigo lá foi tudo pacífico e emocionante.

Então, vamos que vamos.


QUAL A NOSSA INDIGNAÇÃO ?

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Derrubada a PEC 37, contra a qual fui para as ruas, objetivamente, agora quais serão os meus objetivos nas manifestações de protestos ?


Vou protestar contra a resolução 26 e contra a falta de teto dos benefícios na PREVI.

Sei que existem outros ítens relevantes, mas são esses que vão me ocupar nos próximos dias, até porque são os que teriam ampla aceitação popular.  Alguns se preocupam com a nossa imagem na mídia, onde somos tratados como marajás ou beneficiários de recursos públicos.

Meus cartazes serão os seguintes: ABAIXO A FAMIGERADA RESOLUÇÃO 26 DO CNPC e TETO NOS BENEFÍCIOS DA PREVI.

Aliás falando de teto volto a afirmar que o valor defendido pelos diretores Assunção e Marcel, de cerca de quarenta mil reais, é totalmente absurdo, para não falar o que vários já disseram, indecente.

Esse valor colocaria na mídia e na vitrine o nosso fundo de pensão como um instrumento de garantia de aposentadorias completamente  fora da realidade brasileira e poderia até comprometer todo o nosso sistema de previdência complementar.

E´ preciso nesta hora ter compreensão do que rola pela indignação do povo brasileiro e certamente uma aposentadoria de quarenta mil reais figuraria como um verdadeiro acinte.

Precisamos ser rápido nessa questão, pois o diretor Marcel falou em Balneário Camboriú que já são mais de oitenta os que recebem da PREVI benefícios acima do teto de R$ 28.000,00, sendo que mais trinta já possuem condições para tal. Então são 110 os furões do teto.

Colegas, venham para as ruas.  A FAVOR DO TETO JUSTO ( 28.000) E CONTRA A RES. 26 DO CNPC.

A hora é agora. Faça acontecer.

SAIA DO SOFÁ E VENHA PARA AS RUAS

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Caro colega aposentado e querida pensionista,

Não descarte esta postagem. Leia, comente, e , sobretudo, aja.

Não pense que esse movimento de protesto seja coisa só de jovens ou de baderneiros.  Não pense que essa onda de protestos nada tenha a ver conosco do Banco do Brasil.  Não pense que estamos fora desse cenário.

Não somos uma ilha isolada. Somos parte de um enorme arquipélago.

Portanto, não se acomode. Não fique no sofá assistindo TV ou lendo jornais. Saia para as ruas. Participe ou venha descobrir o que é que está acontecendo de verdade. Veja, observe, tire suas próprias conclusões. Veja se, de fato, tem algo de novo, se o Brasil mudou, se o povo perdeu a passividade.


Foi o que eu fiz e estou ainda costurando as impressões que colhi para analisar o contexto.

De uma coisa eu estou absolutamente convicto. E´ de que sem a nossa participação na parada, de aposentado e pensionista, de pessoas maduras, ao lado dos jovens, o movimento se enfraquece, pode se desvirtuar, quem sabe atinja apenas os seus objetivos inconfessados.

Não é porque somos melhores e mais sábios. E´ porque damos o necessário equilíbrio e mais respeito. Somos importantes, sim.

Já falei do que assisti nos protestos. Gente suspeita querendo tirar proveito político, gente infiltrada querendo descaracterizar o movimento, gente do governo querendo confundir a mídia. A passividade e a cumplicidade da polícia perante as depredações e o vandalismo. Falam que por trás de um contingente está o próprio Zé Dirceu, querendo desestabilizar a Dilma e trazer de volta o Lula, bem como estremecer o Judiciário e o Ministro Joaquim Barbosa. Falam que minorias sindicais ou políticas querem mamar no Governo. Tem de tudo. E eu vi realmente de tudo. Também me emocionei e assisti cenas de idealismo e de patriotismo.

Mas existe um lado muito positivo nas manifestações. E´ que demonstra que é possível a mobilização popular.  Finalmente o país acordou e sacudiu a acomodação perante a corrupção, a roubalheira, o desvio de recursos, a apropriação indébita, o enriquecimento ilícito, os escândalos impunes, como o do mensalão.  E foi para as ruas demonstrar o seu inconformismo. Protestar.

Temos que tirar uma lição desse fato. E´ de que não adianta reclamar pela internet, criticar nas conversas de café, é preciso mais. E´ indispensável levantar da poltrona ou do sofá, sair de trás do computador ou do telefone, e ir para as ruas, para a frente da PREVI, da CASSI ou do BB, levar as nossas reivindicações diretamente aos responsáveis pelos nossos destinos.

Ou vocês querem que um Dan Conrado continue nos desconsiderando e nos tratando com desdém ? Um Dida que não nos recebe e lida com os assuntos do funcionalismo e planos de carreira a portas fechadas ? Um exército de diretores desfrutando de benesses de aposentadoria mirabolantes na Previ às nossas custas ?  Uma apropriação indevida de nossos recursos pelo BB ?  Um alinhamento de benefícios assinado no papel que nunca mais se ouviu falar ? As pensionistas olvidadas em suas justas demandas ? Um BET cuja incorporação, prometida em campanha eleitoral, está agora se escoando pelo ralo ?

Colega aposentado e pensionista. Por favor, aproveite o momento. Saia do sofá e venha para as ruas. A realidade vai lhe surpreender e o mundo nunca mais será igual. O nosso país mudou. Lute também por seus direitos e por seu futuro. Essa é a lição do momento que estavos vivenciando, em minha opinião. Um momento realmente histórico. Aproveite. Protestar para melhorar.


REUNIÃO DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ ( final ) - TETO DOS BENEFÍCIOS NA PREVI

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Hoje farei a última postagem sobre o que aconteceu em Balneário Camboriu no final de semana passado.

Não estava prevista a ida do diretor Paulo Assunção, mas ele se fez presente e compareceu na reunião distribuindo um documento onde analisava a decisão da PREVIC sobre o teto de benefícios, chegando à conclusão de que nada havia sido estabelecido pelo órgão, ou seja, a novela continuava, a Previ permanecia sem teto.

Confesso que fiquei chocado com o conteúdo do documento e com os argumentos ali expendidos. Pasmo, inclusive, quando observei que o diretor Assunção defende um teto de diretor do BB, de quarenta mil reais, acima do que a PREVIC estabeleceu.

O colega Carvalho rebateu de pronto no plenário o posicionamento do diretor Assunção e já escreveu em seu blog e no espaço aberto pela ANABB em seu site. Lá estão claros os motivos e os dados em que o Carvalho se baseia.

Por sua vez a presidente da FAABB, Isa Musa Noronha, lançou uma manifestação a respeito muito lúcida e esclarecedora, sob o título de "AINDA O TETO".

Isa pergunta no início se "faltam bons entendedores na PREVI" ?

Leiam mais no arquivo: Ainda o Teto

Divirtam-se com tanto barulho e cálculos. E bom final de semana.


REUNIÃO DE BALNEÁRIO CAMBORIU ( 3 ) - INFILTRADOS ?

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Um problema difícil que enfrentamos atualmente é o dos infiltrados.

Tratam-se daqueles que participam dos eventos ou dos movimentos com o intuito de perturbar ou de tirar proveito para aqueles que são objetos das críticas ou dos ataques.

Um encontro ou reunião, mesmo com todos os cuidados, é alvo fácil dos infiltrados, que, em última análise, são os "amigos da côrte" ou "amigos do rei".

Na reunião do Balneário Camboriú chamou-me atenção um fato que até ficou pitoresco no final, quando parece que o feitiço virou contra o feiticeiro.

Logo após a intervenção sobre as metas de campanha, que sacudiu um pouco a estrutura do diretor Marcel Barros, um colega pediu a palavra e , de forma sutil e aparentemente simpática, passou para o contra ataque, a favor da posição dos diretores, com a intenção evidente de virar o jogo.

De cara passou a criticar o plenário, observando que até a manifestação do colega anterior, que falou das metas, os presentes no encontro não estavam dando a devida atenção aos diretores da Previ, que estavam ali prestando relevantes informações. Haviam muitas conversas paralelas, em flagrante desrespeito aos diretores, em sua opinião. Por que ?

Depois passou a agredir e provocar falando que havia vindo do Rio Grande do Sul apavorado com os fatos graves que havia presenciado contra a Previ por parte de aposentados gauchos. O que seria ? Aposentados viuvos estariam se casando com pessoas mais jovens mediante pacto de que a pensão a ser recebida fosse dividida com os seus filhos.

Esse escândalo poderia abalar o equilíbrio atuarial do plano 1 e quebrar a Previ. Perguntou aos diretores se existia na Previ uma análise atuarial para avaliar qual o impacto desse acontecimento nas finanças de nosso fundo. Estava de volta a história dos velhinhos trambiqueiros. Estava lançada no plenário uma questão que havia sido um cavalo de batalha para ex diretores anteriormente, no sentido de chamar atenção para a improbidade dos participantes e os golpes contra o fundo. A idéia era distrair a atenção e criar um novo foco nas discussões.

O plenário, entretanto, acolheu friamente a colocação do colega infiltrado. Houve quem, enojado, se retirasse da sala ou da reunião.

Pior ainda, os diretores não estavam a fim de entrar nessa matéria. Tinham outros fins e outras idéias.

O diretor Marcel fulminou a questão informando ao colega que a Previ já estudara o assunto e que chegara à conclusão que o número de casos, como o apontado, era totalmente irrelevante sob o ponto de vista atuarial.

Conclusão, aliás, que eu já havia chamado atenção aqui no blog há muito tempo. Eu não o confrontei porque era justamente isso que ele queria.

O fiasco parece que não abalou o colega, pois durante o almoço, que ele compartilhou com um dos diretores, dava boas gargalhadas.

Hoje voltarei a participar do movimento de protesto em Porto Alegre. Meu cartaz é simples: Idoso junto com os jovens na parada pela dignidade.  Na vez anterior, segunda feira, assisti vários infiltrados no movimento, querendo tirar proveito político ou querendo desvirtuar o protesto, levando para a baderna e para a pilhagem.

Mas estamos atentos. Esta postagem é uma prova disso. Nos respeitem.




REUNIÃO DE BALNEÁRIO CAMBORIU ( 2 ) - METAS DE CAMPANHA

terça-feira, 18 de junho de 2013

Sou solidário com os protestos que tomaram as ruas. Só lamento os excessos e os atos de vandalismo. E´ necessário demonstrar a nossa insatisfação com a corrupção, com os gastos supérfluos, com o mensalão e com a falta de segurança, deficiência da educação e desatenção com a saúde em nosso país. Entrementes, continuo analisando a reunião ocorrida no Balneário Camboriu no último final de semana.

Os colegas queriam que o diretor Marcel fosse questionado a respeito da plataforma eleitoral de sua chapa nas eleições da PREVI.

Dessa tarefa desincumbiu-se, satisfatoriamente, o colega aposentado do Paraná, Rauli Matioda, que levou uma folha distribuida pela chapa 6, onde estão elencadas as metas.  Digo satisfatoriamente porque o colega misturou seu questionamento administrativo e operacional com política. Dessa maneira propiciou chances para o Marcel conseguir desviar o foco da discussão para o lado político, alegando que, embora não negue ser do PT, quando se trata de PREVI nada deve ao Governo pois foi eleito pelos participantes do fundo. Nesse ponto omitiu sua escolha para membro do conselho de administração da VALE, onde dizem que ganha mais do que como diretor da Previ. E essa escolha depende do voto dos diretores e conselheiros do BB, que agem de acordo com diretriz do Governo.



Acho que a resposta indignada do Marcel ao colega Matioda não foi feliz e não pegou bem.  Vários foram dessa opinião e me falaram a respeito.  Por pouco não foi vaiado, como aconteceu com a presidente Dilma. É que o nível de educação da reunião de Camboriu sempre tem se mantido elevado em todas as edições e graças a isso os diretores convidados se animam a participar do evento.

O que tem me chamado atenção na postura e no posicionamento que vem sendo ultimamente adotado pelo diretor Marcel em seus debates é que ele vem descaracterizando um perfil que se apresentava a nós, participantes, como combativo e destemido na defesa de nossos interesses, fruto de seu trabalho como líder sindical, onde afrontava o BB nos dissídios e nas reivindicações funcionais.

Essa era a postura que eu esperava dele e que no ano passado em Camboriu lhe falei que torcia por sua atuação como diretor de seguridade, uma atuação independente, do nosso lado.


Mas o que se nota nas apresentações do diretor Marcel é que a tônica de seu discurso vem sendo a de criticar, não ao BB, mas justamente aos participantes da PREVI, particularmente ou através dos blogs.

Na sua opinião, os participantes erram, dão um tiro no pé, quando entram com ações judiciais temerárias contra a PREVI, pois a conta será paga por todos. Na sua opinião, os blogs exageram nas críticas aos dirigentes, pois não avaliam corretamente as forças contrárias oriundas do BB. Na sua opinião, as associações não informam corretamente aos associados os números, criando falsas expectativas e ilusões. E´ preciso respeito.

Essa técnica de contra atacar, de considerar crítica como ofensa, vem desde o Pizzolatto e o Sérgio Rosa, e  às vezes tem surtido efeito, inibindo alguns colegas e criando constrangimentos.

Várias vezes soou falso ao plenário a afirmativa por parte dos diretores, quando procuravam salientar que eram eleitos e, portanto, estavam do lado dos eleitores, mas a postura deles não dá essa impressão. O que perdurou foi a imagem de uma situação de confronto, o que, na minha opinião, não é bom. Não adianta a disposição para o diálogo, como alegada pelo Marcel, se o mesmo for feito de forma hostil. E´ o que eu acho  e falo na melhor das intenções. Espero até que os diretores recebam essa análise que faço como um feed back e procurem modificar sua postura, com o que todos ganharemos.

Da resposta do Marcel sobre o questionamento das metas, destaco que ele falou que tem o papel das mesmas em cima de sua mesa de trabalho como um norte e que dorme bem todas as noites, de consciência tranquila, sabendo que está fazendo o possível para cumpri-las.

E é isso aí.


REUNIÃO DO BALNEÁRIO CAMBORIU ( 1 )

domingo, 16 de junho de 2013

O professor Ari Zanella me pediu uma força ao seu blog.  Achei que, embora não seja mais necessário, pois já tem vida própria há tempos, a melhor maneira de faze-lo era deixar ele tecer os comentários primeiro sobre o que aconteceu por lá.  A foto que tiramos será publicada oportunamente. Ele é muito mais jovem que eu e leva vantagem na idade.

Vamos à análise dos fatos e do evento.

O encontro cresceu, neste ano tinha maior número de participantes, cerca de 120 contra 80 no ano passado, e já está inserido no calendário anual dos debates sobre CASSI e PREVI.  Vamos avalia-lo com mais profundidade e procurar melhora-lo.

A grande frustração foi a ausência do senador Paulo Bauer, que não pôde comparecer por causa do estado de saúde de seu pai, muito delicado, com risco de morte iminente. Esteve seu assessor, para explicar a ausencia e se colocar à disposição. Uma pena. Depositava grande expectativa em conversar com o senador para esclarecer alguns pontos de seu projeto.  Além disso seria interessante ouvi-lo depois que o Marcel colocou a seguinte observação: quem é contra a resolução 26 não pode apoiar o projeto do senador Paulo Bauer.  Acho que há um viés político no assunto, já que ele apoia o projeto do deputado Berzoini.  Eu sou totalmente a favor da proposta do senador e estou trabalhando a favor da petição de apoio junto aos demais senadores. Acho que estamos colocando sal na ferida e está doendo.

A participação inicial dos dois diretores da Previ, Paulo Assunção e Marcel Barros, foi melancólica e pessimista. A única notícia boa, salientou Assunção, é de que a Previ continuará "cumprindo seu compromisso de pagamento de aposentadorias e pensões.  Nessa crise que atravessamos, é um dado positivo que temos que nos alegrar".  Para o diretor Marcel, temos problemas com relação à continuidade do BET em 2014. "Não podemos nos esquecer que o BET é transitório."  Que diferença do diretor do ano passado que, em Camboriu, declarou em alto e bom som que o BET seria incorporado definitivamente "porque duvidava de quem teria coragem na Previ de tirar o benefício que significava 20% nos proventos mensais".

Nesse clima pesado inicial fui incumbido de apresentar um documento em nome das associações promotoras do encontro, dirigido ao presidente Dan Conrado, propondo a distribuição do superávit do exercício 2012, de pouco mais de um bilhão, somente aos participantes, com base na lei 109, desprezada a famigerada resolução 26, que não pode se sobrepor à lei. Embora os números atuais da Previ não sejam favoráveis, pois estão negativos em cinco bilhões, face à queda da bolsa, prometeram entregar o documento ao destinatário. Será que responde ou toma providências ?  A Celia Laricchia informou que até esta data o assunto do superávit do ano passado não foi pautado no Conselho Deliberativo. Pode ?

Por hoje é só.  Esse é a primeira postagem sobre o que aconteceu na reunião. Tenham a certeza de que a reunião foi bastante fértil e produtiva.  Todos os recados foram dados.  Nenhum ficou de fora. Aguardem a sequência.

Mas e o presidente da FIFA reclamando do respeito por causa das vaias ?  Vai te catar !