ELEIÇÕES DA ANABB COMEÇAM HOJE

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Hoje, primeiro de outubro, começam as eleições para os órgãos diretivos da ANABB.

Eu não sou candidato;  Já fui conselheiro deliberativo da ANABB. há muitos anos, de 2004 a 2008.  Não gostei da experiência.  O Conselho possui nada menos do que 21 membros titulares.  As decisões são tomadas por grupos.  Eu fiquei muito isolado e tive dificuldades de cumprir o meu mandato.

Tive vários convites para participar de grupos que pretendem administrar a ANABB.  Somente um não me convidou.  Mas declinei de todos os convites.

                                                             Claudio Nunes Lahorgue
Tenho vários amigos e colegas que  pediram o meu voto. Vou votar naqueles com quem me comprometi e fazer campanha para os que entendo possam fazer algo de bom para a entidade. Estão nesse rol a Teresa Godoy, o William Bento e o Arnaldo Fernandes.
                                                               Ricardo  Maeda

Aqui no blog decidi manifestar meu apoio pessoal e incondicional tão somente para o CLAUDIO NUNES LAHORGUE, número 126, e para o RICARDO MAEDA, número 194, por razões óbvias, pois o primeiro é o presidente da Diretoria da AFABB RS , e o segundo é o presidente do Conselho Deliberativo da AFABB RS.

O Lahorgue visa a re eleição. E´o atual secretário do Conselho Deliberativo e tem desempenhado um papel sério e responsável na ANABB, voltado para os legítimos interesses dos associados e da entidade. Tem honrado sempre o seu mandato e merece ser reconduzido.

O Maeda pretende pela primeira vez a eleição. Trata-se de figura demais conhecida, em especial por sua brilhante atuação como coordenador do Conselho de Usuários da Cassi no Rio Grande do Sul, cargo que exerce há vários anos. Merece uma oportunidade no conselho deliberativo da ANABB.

 O Rio Grande do Sul estará muito bem representado por ambos.

Votem em LAHORGUE, NÚMERO 126 E EM MAEDA , NÚMERO 194.

DE VOLTA

domingo, 29 de setembro de 2019

Porto Alegre é demais !


Estou de volta aos pagos. Inter empatou no Beira Rio, Grêmio perdeu no Rio. 

O Parcão lotado, domingo de sol.  Churrasco, picanha, costela e coração de galinha no almoço.

A vida retoma sua rotina. Muito trabalho pela frente.

A Cassi na mesma. O BB se recusa a reiniciar a mesa de negociação. Não quer transigir em nada , a não ser no famigerado artigo 83, o qual afirma que a alteração não foi dele mas sim dos diretores da Cassi. Pode ? Que tiro no pé foi esse de nossos eleitos ?

O BB está às voltas com a Lava Jato que está investigando o envolvimento de gerentes do banco nos desvios da corrupção de empreiteiros.

Está pegando fogo a eleição para a Anabb. A propaganda está correndo solta. Existem candidatos ansiosos por votos.

Quanto a Previ existem muitos assuntos a ser abordados.

Estamos reiniciando a jornada.




RETORNANDO

domingo, 22 de setembro de 2019

Estou voltando de viagem ao exterior, com as energias renovadas, pronto para reiniciar nossas lutas pelos direitos que o BB guloso quer garfar de forma sorrateira e capciosa.


Tive problemas com a internet, com o chip da Vodafone e com vírus que os nossos adversários despejaram em meu blog, dificultando o acesso e a operacionalização.

Mas. Nada desses percalços me tira a disposição para continuar na peleia.

Estou voltando com mais lucidez e força espiritual.

Como devem ter reparado não sou candidato para a Anabb. Não quero desperdício de meu tempo. Estou concentrado no aspecto jurídico de nossos direitos e nada me afasta do caminho. Recebi varios convites de grupos para a eleição e recusei gentilmente..

Estou cada dia aperfeiçoando o protesto judicial e não estou gostando do andamento dos entendimento para a construção de uma proposta de consenso.. Querem esvaziar o protesto é me perguntam seguidamente onde vou atacar.

Chego quinta feira se Deus quiser.

Me aguardem. Tenho novidades.

Vamos que vamos.

PIOR É NADA !

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Ontem fiz palestra na Afabb Rs e esclareci aos colegas que compareceram todas as dúvidas a respeito do protesto judicial, demonstrando a eles porque cheguei à conclusão que se trata do melhor remédio jurídico para enfrentar a proposta de reforma estatutária da Cassi.


As principais indagações foram as seguintes.

Até quando pode aderir ?  Quanto antes melhor. Não deixe para a última hora. Você pode ficar de fora. O prazo vai até o dia que for anunciado o novo plebiscito para votar a alteração estatutária. 
Vou fechando grupos de cem.

Por que avisei que o BB ia reiniciar a mesa de negociação depois que anunciei o protesto no blog e isso não aconteceu ?  Porque o BB está acompanhando a adesão. Quer saber da repercussão.  Conforme sentir a adesão virá com uma proposta melhor ou pior. Delírio meu ?  Não é.  O BB quer pisar firme desta vez.

O protesto adianta ?  Adianta sim. O protesto anterior provou isso. Houveram casos de colegas que utilizaram o protesto para fundamentar suas ações contra o BB e ganharam a causa e recuperaram valores gastos em hospitais e exames caros e desenquadrados. Pode ser útil, sim.

A quantidade dos participantes no protesto importa ?  É de fundamental relevância. No protesto da Previ em 1997, impediu o BB de fazer a migração do nosso plano de benefício definido para contribuição definida. Naquela época mais de dez mil fizeram o protesto. Quem me disse hoje é ministro do STJ.

Quem fez o protesto anterior em 2008 agora tem que fazer de novo ? Tem. As alterações atuais são diferentes e mais graves do que aquelas de 2008.

Quais os riscos de represálias por parte do banco ?  Nenhum, por se tratar de notificação. Não se trata dê ação. O protesto não gera represália porque não é considerado litígio.

Se a maioria aprovar as alterações o protesto pode não valer nada ?  O processo de votação pode ser considerado viciado juridicamente pelo terrorismo imposto pelo banco.

Qual o valor do protesto ? O protesto é um instrumento a nosso dispor para ser utilizado quando necessário. Uma arma, cujo calibre depende do número.Quem fizer sempre estará melhor municiado do que aquele que não fizer É bom, bonito e barato. BBB x BB. Conhece a história do "peor es nada". Devia conhecer. Conhecendo, a adesão é imediata.

PIOR É NADA. VENHA CONOSCO. ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS.

Obs. Este é o ultimo post sobre o protesto. Outros assuntos aguardam. E tenho uma viagem a fazer.





PALESTRAS SOBRE CASSI NA AFABB RS DIA 5, QUINTA FEIRA

terça-feira, 3 de setembro de 2019

No auditório da Afabb Rs em Porto Alegre , nesta quinta-feira, às quinze horas, haverá duas palestras sobre a Cassi.


O presidente Lahorgue vai falar sobre SUSTENTABILIDADE DA CASSI e eu vou falar sobre a DEFESA DE NOSSOS DIREITOS COM O PROTESTO JUDICIAL. Cada um tem 30 minutos e após haverão debates.

É uma excelente oportunidade para clarear dúvidas e se informar sobre a novela de terror em tramitação a respeito da nossa saúde e da nossa Cassi.

Nossa Cassi, sim. Tem colega que não sabe que a Cassi é nossa, não é do banco, que é apenas o patrocinador.  Como virou BB guloso agora quer mandar sozinho na Cassi.

Essas palestras estão sendo proferidas para atender demanda de nossos associados.

Estamos, como sempre estivemos, na linha da frente dos acontecimentos que nos dizem respeito. Não estamos inertes. Estamos, como diz o gaúcho, peleando.  

Venha participar e debater conosco.

“Na primeira noite eles se aproximam
Roubam uma flor
De nosso jardim.
E não dizemos nada...

Na segunda noite já não se escondem
Pisam nossas flores
Matam nosso cão
E não dizemos nada...

Até que um dia,

Aproveitando nossa fragilidade
Entram em nossa casa
Roubam-nos
E sabendo do nosso medo
Arranca-nos a voz na garganta
E aí, é tarde, já não podemos dizer nada”


Saia do sofá . É do seu interesse. Sua saúde está a perigo. Querem extinguir a Cassi.

Aguardo você na quinta.

NÃO PASSARÃO !

sábado, 31 de agosto de 2019

Resistir ou se entregar ?  Lutar ou sucumbir ?  Defender ou desistir ?


Esses são dilemas clássicos com que nos deparamos na vida.

Já disse o poeta que

A vida é uma luta

Que os fracos abate 

E que aos fortes e bravos

Só pode exaltar.

Temos exemplos maravilhosos de resistência e de conquistas resultantes de lutas ingentes impondo obstáculos aos desejos dos poderosos que procuram impor seus interesses materiais de lucros bem acima dos direitos sociais e trabalhistas da classe trabalhadora.

Os bancários são um exemplo e em especial os funcionários do Banco do Brasil tem uma história rica nesse sentido, pois souberam impor e negociar seus direitos com muita dignidade, de maneira coerente e justa, alcançando um padrão de qualidade que sempre causou inveja a outros segmentos da sociedade.

Não custa lembrar, embora seja taxado de nostalgia, que o gerente do BB era considerado uma das principais autoridades da cidade, e o funcionalismo do BB um ótimo partido para casar.

As nossas conquistas para ter direito a um plano de saúde que nos deixasse  tranquilos na velhice estão no momento ameaçadas .  Vamos deixar por isso mesmo ?  Vamos sucumbir sem resistência ? E quando  a conta da internação ou do hospital nos vier salgada e impagável o que vamos fazer ?

O que o BB pretende nos impingir  na reforma estatutária abre uma brecha terrível em nossos direitos e nos deixa expostos a sofrer surpresas temíveis no futuro.

Venha se defender. Venha aderir ao protesto judicial enquanto é tempo. 

Depois será tarde demais. Mostre sua bravura. Aos fracos a vida abate.

Já tenho cem adesões. Que venham as outras.

O BB vai ter que ceder. Na marra, as alterações danosas não passarão de novo.

AMAZÔNIA, EU VI, EU SEI, ESTIVE LÁ

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Enquanto termino e aperfeiçoo o protesto judicial de ressalva de direitos da Cassi, que antes de ser ajuizado já está fazendo o BB reiniciar as negociações, aguardando que os colegas se mexam e aumente as adesões, os primeiros cem serão pioneiros e verdadeiros heróis, vou meter minha colher neste papo sobre a Amazônia, já brilhantemente abordado, como sempre, pelo mestre Aristophanes.


Eu estive lá na Amazônia. Vou contar o que vi. Vou relatar minha experiência.

Isso foi quando fui diretor do Badesul, banco de desenvolvimento do RS. Em 1977. Tinha menos de quarenta anos. Bolamos um projeto de troca de minifúndios rurais no RS por áreas de quinhentos hectares ou mais na Amazônia, metade para ser mantida como reserva florestal.

A ideia do Governo na época era atrair agricultores gaúchos para povoar a mata amazônica e evitar o que se temia a ocupação dela por estrangeiros interessados na Madeira e no sub solo.

Assim dito, estive lá visitando as áreas, por terra na trans amazônica no Pará e por ar num avião que no dia seguinte de meu voo teve um acidente fatal e o piloto e tripulantes morreram.

Foi uma experiência fantástica. Havia risco de pegar malária. O único remédio eu me recusei a tomar.  A farmacêutica me informou que tinha grande risco...de ficar broxa. O interior da floresta era assustador, não tinha solo firme, só um colchao de folhas depositados a milhões de anos. Árvores enormes, algumas cujos troncos nem cinquenta homens de mãos dadas conseguiam circundar. Cobras, giboias, onças, macacos, araras, mosquitos, aranhas, formigas gigantescas, e índios selvagens, na época.

Visitei o Rio Iriri, um dos locais escolhidos para o assentamento pioneiro. Tinha havido matança de três colonos. Morte atribuída aos índios. Depois se descobriu que foram criminosos a mandado de missões religiosas estrangeiras.

Um grupo inglês queria participar do projeto. Fui a Londres conversar e investigar. Um grupo da Fao me deu cobertura. Senão teria sido morto, quando eles descobriram que eu daria parecer contrário. Queriam se apropriar só da Madeira e do sub solo riquíssimo em metais preciosos, como o nióbio..  Algumas plantas tinham enorme potencial na área da saúde. E queriam ter informações do Radam, que mapeava a região amazônica.

Assisti queimadas, sim.  Era para abrir espaço para pastagens a fim de introduzir gado. Na época nada assustador, mas já preocupante.

O lema do governo, então, era integrar para não entregar. Senti que havia um sentimento sincero de nacionalismo e patriotismo.

Foi uma notável experiência em minha vida que aqui compartilho. Alguns não vão gostar porque sai um pouco dos nossos assuntos. Mas lá senti a forte e corajosa presença do Banco do Brasil em todos os principais recantos. Em Altamira, Santarém, Belém, Manaus, e em postos avançados da transamazonica. Um banco privado faria isso ?  Senti orgulho do meu banco e colegas bancários. Minha homenagem na data em que se comemora o dia do bancário.

Voltei de lá mais brasileiro que nunca e convencido da importância da Amazônia para a vida do planeta terra.

Desculpem, mas meninos eu vi.