AGUARDANDO GODOT

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Parece que amanhã serão divulgados os nomes da equipe econômica do novo Governo da Dilma. Dizem que o Joaquim Levy até já está trabalhando no Ministério para enfrentar o ajuste fiscal e evitar a queda do Brasil no grau de investimento.


Existem expectativas a respeito de quem será o novo presidente do Banco do Brasil e do BNDES.

Enquanto isso a imprensa continua publicando notícias preocupantes sobre o envolvimento dos fundos de pensão estatais em negócios suspeitos, inclusive citando um suposto clube do amém.  A Previ rapidamente rebateu ao Globo com o batido argumento de que possui uma exemplar governança corporativa.

Outra notícia que respingou na Previ foi a da Sete Brasil, empresa participada, onde um dos envolvidos na operação lava jato trabalhou , comentando se que algumas encomendas de sondas teriam ficado só no papel. Algo em torno apenas de seis bilhões de reais.

O setor elétrico esta na mira da Polícia Federal. A previ possui elevada participação nas empresas elétricas. Mais um rolo à vista ?  .

Fui consultado, junto com outros experts,  pela equipe de transição do Sartori/Cairolli para opinar sobre as contas do Governo do Estado do Rio Grande do Sul deixadas pelo Tarso Genro, do PT. Uma calamidade. Não dá, em minha modesta opinião, sequer para pagar em dia o funcionalismo público, nem o décimo terceiro deste ano. A dívida é impagável. O fundo de pensão do Banrisul passa por enormes dificuldades. O BADESUL e o Banrisul tem inúmeros problemas operacionais, administrativos e trabalhistas. Abacaxi puro. E avançaram nos depósitos judiciais e precatórios. Para mim os responsáveis deveriam ser responsabilizados. Apropriação indébita. Crime.

Parece que o PT perdeu o pudor e o controle das finanças públicas e meteu os pés pelas mãos. Que coisa !  Por isso perdeu aqui no RS por mais de um milhão de votos. Não sei como ganhou no país. Recém agora está pintando a realidade e as dificuldades, que são imensas, a principiar pela rolagem da dívida pública que custa duzentos e cinquenta bilhões por ano.

Nossos assuntos na PreVi, ES e mudança de índice, situação dos pedevistas, bem como o resultado do exercício de 2014, continuam andando de lado, pois sem a definição do comando nacional da economia tudo fica muito confuso e complicado. A mudança dos titulares principais implicará mudanças nos indicados da Previ e Cassi.

Torço por uma decisão imediata e inspirada. Esta é uma semana decisiva. Arre !


JOAQUIM LEVY, NOVO MINISTRO DA FAZENDA ?

domingo, 23 de novembro de 2014

O mundo dá voltas, a vida nos surpreende, a arquitetura superior está acima da nossa compreensão. Joaquim Levy surge como o nome para o Ministério da Fazenda, depois que Trabuco, presidente do Bradesco, descartou o convite da Dilma.  Joaquim Levy atualmente também trabalha no grupo Bradesco.


O nome deveria ter sido anunciado na sexta feira pela presidenta. A Bolsa reagiu bem, subiu cinco por cento, a maior suba dos últimos cinco anos na semana, 8,5 por cento. O milagre esperado pelo mercado estaria acontecendo. Prenúncio até de um bom final de ano, apesar dos problemas da economia. Bom para nós da Previ, certamente.
                                                Conselho Fiscal da Vale em 2005
Mas o anúncio foi postergado para quarta feira. Coisas da Dilma, é assim que ela trabalha, dizem os entendidos. É preciso costurar antes de decidir. O mercado. não gostou do adiamento. Vamos ver o que acontece.

Conheço pessoalmente o Joaquim Levy. Fui colega dele no conselho fiscal da Vale, quando ele representava lá o Governo Federal, acionista minoritário. Vejam a foto. Nessa época o Levy era o todo poderoso Secretario do Tesouro Nacional, apelidado de tio Patinhas pelo zelo em cortar gastos públicos.

Tive uma convivência fraterna com o Joaquim Levy no Conselho da Vale. Ele sempre sentava ao meu lado, se ocupava dos telefones celulares o tempo todo, ligados no mercado e no Tesouro, notebook aberto na sua frente, e me encarregava de avisa lo de qualquer coisa qu eu julgasse relevante nos trabalhos apresentados na reunião para ele intervir, o que fazia sempre com raro descortínio e competência. O que o Medeiros aprovar, eu aprovo. Estou conectado,  em sintonia fina com ele, costumava brincar, sempre bem humorado.
Depois que saiu do Conselho para assumir diretoria do Banco Mundial costumava se corresponder comigo por e-mail, mandando material que julgava interessante para meu conhecimento e apreciação.

Acho que o Joaquim Levy tem personalidade marcante e nele a Dilma não consegue mandar. Talvez nesse ponto esteja o eventual impasse do anúncio.

Se confirmada a nomeação vou procura lo para falar sobre a nossa Previ e sobre o BB. Sei que com ele terei mais sucesso do que com a audiência com a presidenta Dilma, que decidi suspender em virtude dos acontecimentos, pois nada adiantaria com essas indefinições.

Conforme a imprensa tem noticiado a briga pela sucessão do Bendine na presidência do Banco do Brasil é grande, com vários candidatos disputando o cargo. Robson Rocha, Alexandre Abreu, Paulo Cafarelli, Aldo Mendes, são todos fortes candidatos e cada um deles tem seus apoios. Lembro que o Levy era muito ligado ao Bernard Appy, economista que não é do quadro do BB, mas foi presidente do conselho de administração do banco e era o secretário substituto do Ministério da Fazenda. Foi quem substituiu o Levy no Conselho da Vale. Corre por fora.

Quem viver verá. Vamos que vamos. A vida dá voltas. Joaquim Levy Ministro da Fazenda da Dilma mandona. Que coisa !

TAPAR O SOL COM PENEIRA ?

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Todos sabem que sou um otimista incorrigível. Procuro sempre olhar o lado positivo e a para mim a esperança é mesmo a última que morre. Por exemplo, continuo lutando e aguardo melhorias no ES, e acredito no Papai Noel.  Mas não coloco a cabeça debaixo do solo, como a avestruz, para não olhar o perigo que se aproxima, nem me abrigo do sol com peneira, pois sei que não adianta, Ou pego uma insolação ou um cancer de pele.


Esconder o cenário que estamos vivendo não é mais possível.  A realidade está aí, na nossa frente, escancarada, na operação lava jato. Pena que não  tenha explodido antes das eleições. Mudaria o resultado.

A Presidente da Petrobrás, Graça, que está completamente destituida de graça. falou na CPI, segundo a imprensa, que não tinha conhecimento de nada internamente que comprometesse funcionários da estatal. Agora admite que desde março sabia de casos que estavam sendo investigados. Ontem cinco gerentes da Petrobrás foram afastados dos cargos por suspeitas de envolvimento com o ex diretor.

Vazou que as irregularidades e abusos não se restringem apenas à Petrobrás. O setor elétrico, em especial a Eletrobrás, também estaria contaminado e deve sofrer profunda devassa em suas contas.

O Valor Economico publicou extensa matéria sobre possíveis operações irregulares no fundo de pensão da Petrobrás, o PETROS, que deverá passar um pente fino nos créditos e nas inadimplencias, para apuração de contas e desvios.

Henrique Pizzolato, nosso colega, ex diretor do BB e da Previ, ex presidente do conselho deliberativo da Previ, enquanto anuncia que viu na prisão italiana sinais de Deus, brada que seria impossível para ele , numa estrutura complexa e plena de governança como o do BB, desviar sozinho 75 milhões de reais da Visanet. Diz que é bode espiatório e que armaram contra ele. Eu acho que o Pizzolato é culpado, mas não sozinho. Tem outros envolvidos. Não é por acaso que o Pizzolato é vigiado 24 horas na Italia e não é pela polícia italiana.

Então o cenário é esse. E´ de constatação e de investigação de crimes graves, especialmente de corrupção, lavagem de dinheiro, pagamento de propinas para partidos e políticos. Tarso Genro declara hoje na Zero Hora que João Vaccari deve ser expulso já mediante mero indício e que o PT não deve esperar o julgamento do caso para afasta-lo de suas funções de Tesoureiro do partido.

 Dizem que, após reunião com Lula, Dilma vai anunciar amanhã, sexta feira, o novo ministro da Fazenda e que o Trabuco teria desistido de vez. Consequentemente mudará de imediato o presidente do BB e de outras entidades co relacionadas. No BB os candidatos mais fortes são Robson Rocha, do PT de carteirinha, segundo a imprensa, Alexandre Abreu, Paulo Cafarelline Aldo Mendes.

Nessas circunstâncias temos que estar atentos a todo e qualquer sinal. Não podemos dar bobeira, nem moleza. Temos que unir esforços. Impossível esconder a cabeça e tapar os olhos. Pior ainda tapar o sol com peneira. Isso não é terrorismo. E´ a mais pura realidade. Só não vê quem não quer e o pior cego é aquele que não quer ver. O sol as vezes cega, infelizmente.

Conta o anedotário que um pai bem branquelo, casado com uma loira bem ocidental, olhando para seu filho recem nascido, reparou que seus olhos eram bem puxadinhos, como os de um japonês. Chamou o médico ginecologista e perguntou: - Dr, o senhor não acha que os olhinhos de meu filho estão fechadinhos, ele quase não abre os olhinhos. O médico respondeu: - Eu acho que quem tem que abrir os olhos é o senhor.

E vamos que vamos. Estou de olho.

RESQUÍCIOS DE UM XILIQUE

terça-feira, 18 de novembro de 2014

O tempo voa e se torna necessário registrar alguns acontecimentos dos quais participamos sob pena de deixar passar em branco situações interessantes.


O 35 Congresso da Abrapp se encerrou, na sexta feira passada, de forma melancólica.  Pela primeira vez nos últimos anos não houve o festivo jantar de confraternização. Por que ?  Não havia clima para tal. O sistema de previdência complementar fechada está estagnado há dez anos e não se vislumbra futuro promissor para sua expansão.  O que se está debatendo, na verdade, é a sua sobrevivência.

No painel derradeiro foi comemorado por Molina, dono da Mongeral, a aprovação do seguro contra o risco de longevidade. Segundo Molina, com um atraso de quarenta anos. No meu ponto de vista, isso vai ser bom só para as companhias de seguro, que não vão assumir esse risco de graça. E a culpa dessa desgraca é a penicilina, que alongou a vida no planeta.

                                    Delfin Neto, comigo e o Ari Zanella atrás, no Congresso

Falando em longevidade fiquei tristemente impressionado com o estado físico do ex Ministro Delfin Neto, com 82 anos. Participou do painel sobre economia. Estava um escombro. Lamentável, cabelos pintados de preto, tentando disfarçar o passar dos anos, mal conseguiu subir no palco, com um colete mal abotoado, dormiu durante as palestras, e quando chegou à sua vez, foi o último, pouco ou quase nada disse, frustrando a todos que dele esperavam alguma luz no final do túnel. 

Pouco lembrava o Ministro da Fazenda, todo poderoso, Delfin,  que eu conheci em 1972, se não me falha a memória, quando o enfrentei, como assessor especial do então Ministro da Agricultura, Luiz Fernando Cirne Lima, cedido pelo presidente do BB Nestor Jost, numa reunião no prédio do Ministério da Fazenda no Rio de Janeiro, onde ele gostava de despachar, numa questão envolvendo frigoríficos do Rio Grande do Sul. Elétrico e dinâmico, Delfin comandava o espetáculo e empolgava com suas teorias acerca do desafio e do milagre brasileiro, com direito até a xilique, batendo o pé e dando pulinhos na minha frente, para me impressionar. Eu não me assustei. Afinal não era um gordinho com xilique que ia me amedrontar, depois que já tinha passado por desastre de avião e defendido o Palácio Piratini de revolver na legalidade. Terminou atendendo minha demanda, como uma concessão a um jovem que iniciava sua jornada. Eu tinha 32 anos.

A figura triste e curvada  atual do Delfin me deixou pensando se o retrato do nosso sistema de previdência completar não estaria parecido com o do ex Ministro. Será que o nosso sistema envelheceu tanto ?  Será que o nosso colete está tão desabotoado assim ?  Os botões desalinhados e não fecham ? Quais as causas reais dessa decrepitude e deterioração ?  O que vem corroendo e caducando o sistema ?  O que nos prejudica ? O que nos ameaça ? Será mesmo a longevidade a vilã da hora ? A falta de educação e cultura previdenciária ? A judicialização ? Cadê o mea culpa ?  Cadê os ralos e os vazamentos ?

Sei que alguns estudiosos estão preocupados e debruçados sobre essa questão vital para nós, aposentados e pensionistas. Acho que está mais do que na hora de uma boa e sábia reflexão a respeito do futuro da previdência complementar fechada no país. Nos, da Previ, fazemos parte do bolo, e temos que trazer a nossa contribuição para todo o sistema. Não somos uma ilha isolada, só porque somos o maior fundo de pensão. Fazemos parte de um arquipélago, do qual fazem parte outros importantes fundos co irmãos, como a Funcef, Petros, Postalis, Valia e Sistel.

Soluções existem, sim.  Uma delas é afastar as ingerências politicas nocivas e os interesses privados ocultos, bem como a ganancia de patrocinadoras, que rondam e ameaçam o sistema.

Daí a necessidade unir esforços nossos com dirigentes e conselheiros de outros fundos, em especial aqueles eleitos ligados à oposição. Estranho seria o contrário.

Vamos que vamos !


ESTRANHEZA POR QUÊ ?

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Eu não pretendia ir na manifestação em São Paulo, na Avenida Paulista. Mas depois de ler, estupefato, a nota destemperada de repúdio ao manifesto publicada no site da PREVI, na sexta feira, decidi participar. Era uma maneira de mostrar, mais uma vez, minha inconformidade com essa forma equivocada de comunicação adotada em nosso fundo de pensão. Não perco a oportunidade de ser protagonista nunca. Fui lavar minha alma e mostrar minha indignação. Junto com milhares de paulistas. Como mostram as fotos.


Parece que os gestores da Previ ainda não se deram conta de que os participantes do fundo não concordam com essa linguagem e com esse enfoque arrogante da área de comunicação. A vitória da chapa três demonstrou isso sobejamente. A nota não ataca a essência do manifesto, que é uma mera e saudável tentativa de somar esforços na busca de blindar de ingerências políticas nocivas a Previ, Petros e Funcef, mas procura atingir os subscritores do documento, levantando uma "estranheza" bastante questionável, para não dizer injustificável.

Para construir um relacionamento melhor com os participantes , pregado como fundamental no 35 Congresso da Abrapp, para a própria sobrevivencia do sistema, é necessário que seja revista essa estratégia de comunicação .  É preciso aproximar, dialogar, em vez de quebrar os pratos, criticar e cercear posições de dirigentes eleitos legitimamente, que não temem ameaças nem represálias. Antes de mais nada, querem apenas exercer seus direitos democráticos e de cidadãos, que merecem ser respeitados.
 

O país vive um momento extremamente delicado por causa do escândalo da Petrobras. A presidenta Dilma declarou na Austrália que nunca mais o país será o mesmo depois desse episódio, que nos afeta pois a Previ é grande acionista da Petrobras, embora não participe do conselho da mesma.

O próprio presidente do Banco do Brasil, Dida, não está imune, por suspeita de escândalo envolvendo seu nome, na concessão de empréstimo a cliente sem condições apropriadas e por juntar dinheiro debaixo do colchão, segundo a mídia, o que teria sido determinante para entrega do cargo.

A corrupção atingiu níveis alarmantes, com valores nunca antes sequer sonhados neste país. São bilhões e bilhões de reais. Suspeitas surgem de todos os lados. O mensalão ficou no chinelo. Os cartazes mais frequentes na manifestação de São Paulo eram os de ABAIXO A CORRUPÇÃO.


Acho que todos nós temos que juntar esforços para combater esse grande mal que traz enormes prejuízos para a nação brasileira e para cada um particularmente. Temos que entrar nessa cruzada, antes que seja tarde demais e contamine todo o organismo.

Está na hora de um basta. Está na hora de colocar esse país e suas instituições a limpo. Lavar a sujeira toda e não apenas na Petrobras. Transparência e boa comunicação são úteis para combater o mal. Estou nessa. E vocês ?

ABAIXO A CORRUPCAO !  VAMOS QUE VAMOS !


CHOVE EM SÃO PAULO DA GAROA

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Acaba de cair uma forte chuva em São Paulo, aliviando o ar seco e a poluição que atormentava aos paulistas e aos visitantes. E vem mais chuva aí. Prova mais evidente de que sou pé quente. Cheguei e trouxe a esperada e abençoada chuva. 


O 35 Congresso de Previdência Complementar bateu o recorde de participantes e se transformou no maior evento do mundo de fundos de pensão. Auditórios lotados, banheiros com filas imensas, cerca de quatro mil pessoas lotaram o espaço do hotel Transamerica.

Mas o clima do Congresso não é bom. O sistema de previdência complementar fechada está estagnado há cerca de dez anos e não dá mostras de reação. Existe desânimo e preocupação com o futuro do sistema. A longevidade trouxe desequilíbrio nos cálculos atuariais. O exercício do ano passado apresentou déficit na maioria dos fundos, que não conseguiram atingir a meta atuarial.

Uma das melhores palestras foi do economista Paulo Rabelo de Castro, meu amigo, que deveria ter sido o Ministro da Fazenda ou do Planejamento do falecido Eduardo Campos. O renomado professor falou que o problema maior é que as empresas não tem caixa sobrando para investir na criação de novos fundos de pensão. O Fisco leva tudo. Está na hora de mudar o Ministro mas também de mudar a política econômica, senão teremos uma recessão desastrosa.

Senti falta das autoridades maiores no Congresso. Cadê o Ministro da Previdência ?  Ele estava representado pelo meu querido primo Jaime Mariz, do Rio Grande do Norte, da gloriosa Caicó. E o Dr De Paula anda sumido. A Previc só vai dar  o ar de sua graça amanhå.

Muitas fofocas circulando no Congresso. Quem sai e quem entra. Muitos boatos sobre decisões a favor ou contra os participantes.

Está chegando o final do ano. As coisas precisam acontecer. Chove lá fora. Tem é que chover em nossa horta.


SÃO PAULO DA GAROA

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Cadê a garoa famosa de São Paulo ?  A gatinha Luzia comeu ?  São Paulo amarga falta de água, quem diria !
Nesta segunda, 10, estarei viajando para São Paulo a fim de participar do Congresso Brasileiro dos Fundos de Pensão, promovido pela ABRAPP, nos dias 12 a 14, quarta a sexta feira.

Antes, porém, estarei visitando o IDEC, Instituto de Defesa do Consumidor, do qual sou associado, com o objetivo de tomar conhecimento da ação coletiva que move contra a Cia. Aliança e o Banco do Brasil a respeito da apólice ouro vida, bem como me inteirar das últimas novidades da área abrangida pelo Instituto.

Também pretendo fazer uma visita à AFABB SP, conversar com o presidente Rubens e trocar idéias a respeito de assuntos de interesse nosso, dos aposentados e pensionistas do BB. 

A vida não pára mesmo e temos que seguir o itinerário para não ficarmos para trás, já que escolhemos o papel de protagonista e não o de assistir o jogo só da arquibancada. O poeta do Alegrete, Mario Quintana, já afirmava que a tristeza dos rios era não poder parar.  Realmente, as vezes é bom parar um pouco e refletir para aproveitar o bom momento e também para não fazer bobagens demais.

O Congresso vai proporcionar alguns encontros importantes e propiciará a oportunidade de intercambio de informações e de idéias a respeito da Previ.

O presidente Bendine, Dida, entregou o cargo finalmente, após sucessivos escândalos. Para nós, aposentados, não deixa saudades.  Assumiu com um discurso endereçado aos aposentados do BB falando de sua admiração e de sua disposição para o diálogo. Ficou só no discurso. Criou uma série de privilégios inoportunos e inadequados, gerando uma casta de favorecidos, enquanto para agrande maioria dos ativos estabeleceu metas, algumas inalcansáveis.

E o Ministro Mantega vai cair após Dilma voltar do G 20, que acontece nos dias 15 e 16 deste mes. Além da suba dos juros, do aumento da gasolina, vem aí o ajuste fiscal. Existem receios de alguma medidamais drástica. Boatos correm soltos. Está na hora de tranquilizar o mercado. As açoes do BB cairam bastante.

Mais adiante falarei sobre o Congresso e as novidades que surgirem. Aguardem.