PAULA GOTO NO PLANEJAMENTO DA PREVI

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Por incrível que pareça , mais de um mês e meio após a posse da diretoria da Previ, ainda continua sub Júdice a situação de Paula Goto, eleita para diretora de planejamento e impedida de assumir pela Previc.


A alegação foi de que a diretoria de planejamento exerce uma função especial, a de AETQ, responsável perante a Previc pelo desempenho do fundo de pensão, por isso seu titular teria  que ter uma habilitação comprovada na área de investimento, ser uma pessoa tecnicamente qualificada.



No prazo de dez dias dado pela Previc Paula recorreu e até hoje ainda não houve decisão. Lamentável.

Paula Goto compareceu no Encontro dê Camboriú  e, além de responder perguntas relativas à área de planejamento, da qual ela foi nomeada recentemente assessora, prestou esclarecimentos sobre sua situação, juntamente com o conselheiro deliberativo Sérgio Riede, que , na opinião dos presentes, se excedeu em suas colocações na defesa da posse de Paula.

Educada e solicita Paula agradou , em geral, os participantes  no Encontro , procurando demonstrar conhecimentos técnicos e capacidade para o exercício do cargo.

Comprovou sua experiência funcional. no  Banco do Brasil, bastante rica,  e as diversas certificações que possui, além de cursos, como o MBA em gestão de investimentos. Com tais qualificações fica difícil entender por que a Previc foi impugnar a sua posse. Eu me manifestei inicialmente pelo seu impedimento  sem ter ideia de que ela possuísse tantas certificações.  Eu achava que ela era despreparada para a função, conforme se propalava nas redes. Mas confesso ter me enganado. 

Nada como um contato pessoal para a gente poder avaliar melhor. Para essa percepção é que servem encontros como o de Camboriú. 

Assim como Paula me convenceu e me deixou uma boa impressão, espero que consiga ser aprovada o quanto antes pela Previc para que possa desempenhar suas atividades e cumprir o mandato para o qual foi eleita por uma parcela relevante de participantes da Previ. Quem está desempenhando transitoriamente o cargo  não foi eleito e essa situação não pode perdurar.

Se foi aprovada para ser diretora de planejamento ela tem condições para ser AETQ, que não é um bicho de sete cabeças.  Além do mais a área de planejamento dispõe de uma equipe de funcionários excelente para assessora-la.

Com tantos problemas que nos acometem, a Previc decidiu criar impasse numa questão subliminar e implicar com uma colega que tem uma carreira funcional exemplar e dispõe de uma bagagem cultural e técnica invejável.

Qual é a da Previc ?  Não quer reconhecer que errou ou exagerou ?  O que está por trás ? Se houve erro foi da Previ na construção do edital da eleição.

Está na hora de tomar uma decisão justa e responsável. Paula Goto e seus eleitores merecem.

Sei que esta é outra postagem polêmica. Certamente vão insinuar que bandeei de lado. Mas é  , sinceramente, o que eu pude perceber no Encontro  e achei que devia registrar, para ficar em paz com minha consciência. Mahatma Gandhi disse que uma pessoa que não está em paz consigo mesma será uma pessoa  em guerra com o mundo inteiro. Não é, decididamente, o meu caso.

CÁRMEN LÚCIA E A CASSI

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Sou obrigado a voltar a falar de CASSI por dois motivos.  Por causa da decisão da Ministra Carmen Lúcia do STF e por causa da reunião do CD da Cassi no dia 20, daqui há dois dias, que vai tomar decisões que vão replicar nos associados.

A minha postagem anterior, sobre o Encontro de Camboriú, teve grande repercussão e o blog bombou mais uma vez, com milhares de visualizações.

Naturalmente tiveram os que gostaram e os que não gostaram.  Fazer o quê ?  Millôr já dizia que a unanimidade é burra.

Tive a intenção de contribuir com um fedback de que havia necessidade de uma postura mais serena para que as informações e as propostas pudessem ser melhor debatidas e principalmente para que se obtivesse mais união por parte dos associados.

Houve quem discordasse, achando legal que fosse utilizada uma linguagem mais dura por parte do dirigente eleito. Respeito as opiniões alheias e divergentes. Tem gosto para tudo.  O meu gosto pode não ser o teu gosto. Eu sou como o Gaudencio Sete Luas, “Se troveja a gritaria, já relampeja minha adaga”.

Perguntaram na rede, maliciosamente, se eu era um mero crítico ou se eu tinha propostas para a CASSI. Respondo que não tenho propostas.  Entendo que , no andar da carruagem, essa parte corresponde aos dirigentes da Cassi, do Banco , das associações e sindicatos. Eu sou só consultor jurídico da AFABB RS. A minha visão, portanto, é de ordem jurídica. Quero que as negociações avancem e se construam em cima de uma base jurídica sólida, sem que sejam atropelados nossos direitos adquiridos e o princípio de solidariedade. Simples assim. Tem campo para isso ? Tem, sim, apesar da resistência do BB. P

A decisão da Ministra Carmen Lúcia foi de que há necessidade de respeitar os direitos adquiridos e de que saúde não é mercadoria. Entretanto, para mim, o mais importante de sua decisão está na circunstância de que a OAB em sua petição aponta para a irregularidade de uma determinação de um órgão, a ANS, se sobrepor à Constituição, usurpando uma função que é do Poder Legislativo.  Se o pleno confirmar essa decisão liminar e monocrática será uma grande vitória jurídica, que poderá inclusive ser utilizada no caso da apropriação dos sete e meio bilhões do BET pelo patrocinador BB, baseado apenas numa instrução normativa. Aguardemos, pois, torcendo para que essa decisão brilhante seja confirmada pelo relator e pelo pleno do STF, e se refira à usurpação de poderes alegada pela OAB e reconhecida pela Ministra em sua decisão, conforme pode ser lido e comprovado.

O que isso tem a ver com a decisão do CD do dia 20 ?  E´ que se tem falado que o BB não chega aos 60% por causa justamente da  resolução CGPAR. Se for derrubada na Justiça o efeito da resolução , demonstrada sua ineficácia legal, nada impede que o BB chegue ao percentual que nos conforta.

Perdoem se faço mais uma intromissão e lamento se a mesma seja considerada meramente crítica. Estou , na realidade, tentando colaborar para evitar impasses e discussões jurídicas e dando minha posição na matéria. Os nossos direitos à saúde pelo BB, data vênia,  não são apenas decorrentes do Estatuto da Cassi. São oriundos do nosso contrato de trabalho, do que foi prometido pelo banco ao ingressarmos na instituição, de dispositivos que constam nos editais de concurso e na antiga CIC, como foi lido pelo Nasser na reunião de Brasilia.

Esses direitos, assim como o princípio de solidariedade, são direitos conquistados e , utilizando os dizeres da Ministra, não podem ser retrocedidos, sequer instabilizados.

Atendendo inúmeros pedidos, para que não fique a imagem de mero crítico, aí está a minha contribuição, salvo melhor juízo

Rezo para que Deus ilumine os conselheiros da CASSI na reunião do próximo dia 20.  Assim seja.

TERRORISMO SOBRE A CASSI

domingo, 15 de julho de 2018

Que o BB faça terrorismo a respeito da situação da Cassi, eu consigo entender.  O BB guloso quer tirar vantagem na negociação das medidas para salvar a Cassi.  Mas não esperava que nossos representantes eleitos entrassem no jogo do banco.


Entretanto, foi isso que assisti no Encontro de Camboriú.  O cenário descrito foi negro. Mas o pior foi  a agressividade manifestada na fala do diretor Satoru, que deixou um mal estar entre os organizadores do evento e inclusive inibiu as perguntas, tendo apenas quatro participantes se animado a questionar os palestrantes, nesse momento crucial da Cassi. Isso foi inédito. Nunca houveram tão poucas perguntas. As 190 pessoas presentes se recusaram dialogar ou debater com um diretor irado e agressivo, inclusive eu e o Lahorgue, que é grande conhecedor e estudioso da matéria, e certamente tinha condições de dar excelente contribuição para o debate, até porque éramos anfitriões.

Satoru se referiu aos que discordam das propostas e reclamam de terrorismo como irresponsáveis, usando palavras duras contra os críticos à sua proposta que se utilizam das redes sociais. Mas o que é isso ? Agressividade também é uma forma de fazer terrorismo, com certeza.

Alem disso surpreendeu ao mencionar que o princípio de solidariedade na Cassi é uma falácia.  Justamente o ponto que todos nós consideramos como fundamental e não abrimos mão.  Acredito que ele não disse isso na campanha porque não teria vencido. Eu não teria votado nele nem pedido voto para chapa dele.

Não havia necessidade dessa atitude agressiva.  As Afabb que promovem o Encontro de Camboriú sempre procuraram evitar debates acalorados,  criando e sustentando um clima de cordialidade, um ambiente fraternal, e talvez por isso mesmo o Encontro seja um sucesso.  Basta ver como transcorreu o debate sobre a Previ à tarde. Em alto nível.. Mesmo tendo um assunto delicado, como a posse da diretora Paula Goto, impedida injustamente pela Previc de assumir.

Alguns perguntaram, perplexos, se ser samurai era ser assim, era ser irado e agressivo ?   Acho que não. 

De minha parte saí do Encontro bastante preocupado com o rumo que estão tomando as providências para colocar a Cassi nos trilhos.  Mas hoje sou apenas um participante das redes sociais e advogado da Afabb RS. Na opinião de nossos dirigentes da Cassi para eles não importa o que escrevemos nas redes. Eles não ligam. Nao mudarão seu entendimento. Não somos técnicos. Nosso viés é ideológico, disseram.

Todos nós sabemos que a Cassi está mal das pernas, quebrada, necessita de medidas urgentes. Sabemos e estamos dispostos a despender recursos nossos.  O que não queremos é que o banco se aproveite dessa situação para nos espoliar, atropelar nossos direitos adquiridos e liquidar com o princípio de solidariedade, que, para nós, simples mortais e ignorantes, existe sim e é sagrado.

Terrorismo é falar que vamos ficar sem Cassi se não aceitarmos a proposta do BB.,que é pesada e maldosa. Me recuso a aceitar esses termos. No grito não me convencem. Não aprovo essa postura. que não conduz à união entre nós, tão desejada para fortalecer nossas posições.

Lamento, mas achei que devia fazer o presente registro, porque cheguei à conclusão que também tenho, sim, culpa no Cartório, nas eleições para a Cassi, por ter participado ativamente dela, apoiando  a chapa vencedora , justamente por ser do MSU.

Espero e torço que prevaleça o bom senso e o discernimento no processo da Cassi, que os ânimos se acalmem, que haja mais serenidade e respeito pelas opiniões divergentes. Não é porque é técnico que vai ser o dono da verdade. Eu sou do ramo jurídico. Posso ser antiquado, mas entendo que jamais, jamais mesmo, poderemos abrir mão do princípio de solidariedade e dos direitos adquiridos. Quem fizer isso é que é irresponsável. Vai finalmente abrir a brecha que o BB persegue há anos.

E tenho dito. 


NÃO SOMOS CAI CAI

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Neymar foi apelidado de Cai Cai.


Caiu demais. E fez fita . Rolou no chão, fez caretas, parecia que tinha sido atropelado e ia morrer. Foi patético, na opinião da mídia.

Não se pode dizer que tudo foi fiasco.  Ele foi verdadeiramente caçado pelos adversários. Estatísticas demonstram que foi ojogador que mais sofreu faltas na Copa. 

Por que ?  O que provoca esse sentimento de perseguição?

A certeza de que Neymar é anulado com uma marcação forte. Pára de jogar. Não faz mais gols.

As estratégias de jogo se aplicam a vida prática. Em nosso caso, na Cassi e na Previ.

Ambas são constantemente perseguidas. Querem sempre se apropriar de recursos dessas instituições.

E querem utilizar a força para isso. O objetivo é aterrorizar os associados para que fiquem com medo

Eles têm certeza de que, assim como Neymar, nós somos cai cai. E aceitamos as medidas impostas.

Não podemos dar essa impressão.  Temos que ser duros na queda. Temos que resistir.

Vamos nessa ?

NÃO PODEMOS ACEITAR A QUEBRA DA SOLIDARIEDADE. NEM A PERDA DE DIREITOS ADQUIRIDOS.

NÃO SOMOS  CAI CAI.

SEXTA FEIRA TEM O ENCONTRO DE CAMBORIÚ.

COMPAREÇA 

A CASSI NÃO VAI E NÃO PODE QUEBRAR

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Hoje tivemos a reunião de debates sobre a Cassi na Afabb RS.  Participou o superintendente regional do BB, Aílson, o presidente do conselho deliberativo da Cassi, Sérgio Faraco, e o coordenador do grupo de saúde da Anabb, Fernando Amaral.  Foi transmitido pela internet e teve o auditório da Afabb RS lotado.


Foi um encontro positivo e muitas das dúvidas foram esclarecidas.

Eu me manifestei. Não me contive.

Falei que não me conformava com o clima de terrorismo que estava sendo criado e manipulado pelo banco, numa tentativa de amedrontar os associados da Cassi e apressar a aprovação da proposta do BB.

Afirmei que o BB estava promovendo uma falácia , pois o banco tinha responsabilidade contratual com os funcionários que foram obrigados a aderir a Cassi para ingressar na instituição.  Essa responsabilidade pode ser cobrada caso descumprida a obrigação, e os diretores do banco podem até ser responsabilizados penalmente caso se omitirem e deixarem a Cassi quebrar ou ser objeto de intervenção da ANS.

Garanto que os diretores do BB sabem de suas responsabilidades perante a Cassi. Caso aconteça algum problema grave ou uma desgraça eles podem ser presos por omissão de socorro ou de  descumprimento de seu dever contratual. O Ministério Público Federal está atento e pode ser acionado para processar e mandar prender quem deixar a saúde dos aposentados e pensionistas do BB ir pro brejo. A ganância é grande por lucro ou PLR mas garanto que nenhum diretor do BB quer ir fazer companhia ao Duda na prisão.

Argumentei que ninguém duvida dos custos crescentes do sistema de saúde que provocam o déficit da Cassi.  Mas também deveria ser levado em conta o aumento dos lucros do BB que alcançou bilhões e bilhões de reais.  O auxílio para a Cassi é uma migalha que está sendo negociada vilmente pelo BB, que não quer abrir mão de nenhuma parcela de seu lucro, nem os dirigentes de seu PLR.

O superintendente amarelou e me respondeu que o BB não está fazendo terrorismo mas apenas informando sobre a real situação de dificuldade financeira por que passa a Cassi para que haja  urgência na aprovação das medidas propostas pelo banco.

Não sei não.  Ele se esforçou mas não conseguiu convencer da boa intenção do BB.

O CD da Cassi vai apreciar o aumento por dependente e da co participação e breve haverá um plebiscito para aprovação do aumento na contribuição. Portanto, estamos ferrados.
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Continuo convicto da necessidade do protesto judicial para garantir nossos direitos adquiridos que estão ameaçados.

GUEITIRO SAI DA PREVI

quarta-feira, 4 de julho de 2018

De acordo com o site da Previ, Gueitiro Genso se despediu da instituição por ter sidoindicado para vice-presidente da área de varejo e de gestão de pessoas do BB.


O novo presidente da Previ já foi anunciado. Será o atual presidente do BB Seguridade,  José Maurício Pereira Coelho.

Ambos assumirão seus cargos após a devida aprovação pelos conselhos respectivos.

Para a maioria foi surpresa. Gueitiro recém havia sido indicado para um novo mandato na Previ e tomara posse.  Para mim não, eu já sabia por fontes seguras.  Gueitiro, me disseram, estava desconfortável com varias coisas na Previ.  A volta do déficit em maio, no valor de sete bilhões, foi determinante, me afirmaram. Alguns problemas com a Previc aborreciam o Gueitiro ultimamente, também.

No meu período de conselheiro deliberativo suplente tive uma relação conflituosa com o Gueitiro Genso.  Não me conformei com varias atitudes dele, especialmente na área da comunicação, transparência e jurídica, que estavam afetas à ele. Discutimos varias vezes. Ele também não se conformava com o meu blog e reclamou de algumas postagens.

Numa ocasião, durante reunião do conselho deliberativo, quase quebrou o pau, mas uma intervenção hábil do ex presidente Robson Rocha fez o Gueitiro se desculpar e o episódio foi superado.

Gueitiro é um gestor inteligente e tem qualidades negociais que merecem ser reconhecidas. Como todo gestor ativo tem acertos e erros. Conduziu a diretoria da Previ por três anos, tempo suficiente para demonstrar sua capacidade, sempre declarando que a força da Previ resistir a tempestade da corrupção estava em sua governança corporativa.

Acho que ele sai em boa hora.

Não conheço o novo presidente.  Vai assumir a Previ num momento delicado de instabilidade política e financeira do país.

Desejo-lhe pleno sucesso. Pelo bem de todos nós. E, desde já, coloco a minha experiência a sua disposição, se ele quiser.

Vamos que vamos.

REUNIÃO SOBRE CASSI NA AFABB RS

terça-feira, 3 de julho de 2018

Ja estou trabalhando firme. Cheguei sábado da viagem à Europa.


Quinta feira, dia cinco, vai ter reunião sobre a Cassi na Afabb Rs, que terá transmissão pela internet, a partir das 14,00 horas.

Vão participar o superintendente regional do BB, o presidente do Conselho Deliberativo da Cassi, Faraco, e o coordenador do grupo de saúde da Anabb, Amaral.

Irão procurar esclarecer os principais pontos que estão em debate sobre a Cassi e que breve serão colocados em votação para o quadro social.

Esse assunto da Cassi está pegando fogo. Existem muitas discussões e brigas acontecendo. As divergências são enormes.

Existem, para mim, algumas evidências.

O BB está se recusando a contribuir para a sobrevivência da Cassi com os recursos necessários e dos quais dispõe. E pior, quer ainda tirar proveito da situação para melhorar seu resultado no balanço.

A Cassi realmente está quebrada. Lamentavelmente deixaram ela chegar nessa situação. Houve, com certeza, má gestão. Comprovado no relatório da Accenture. As dificuldades financeiras e a ameaça de intervenção da ANS provocam uma urgência na solução e o terrorismo é uma espada em cima de nossas cabeças. Os culpados deveriam ser responsabilizados, sim.

Existem pessoas e facções que estão fazendo inocentemente ou não o jogo de interesses do banco.

Vai haver quebra da solidariedade e perda de conquistas históricas.

Eu, pessoalmente, não concordo com a perda dos direitos adquiridos e vou , assim que for adequado, ingressar com protesto de ressalva de direitos.

Nesse meio tempo torço por uma solução justa e inteligente, bem como por uma resistência contra as investidas do BB, que me parecem, mais uma vez, terem objetivos meramente financeiros, a favor do banco e de seus dirigentes.

Vou aguardar o debate de quinta. Mas, por enquanto, é o que eu penso. O protesto está adiantado na sua redação, só aguardando o momento certo para entrar.

Vamos que vamos. Sempre.