PÚBLICO DE GRE NAL

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Costumo dizer que a força de uma associação reside nos seus associados, especialmente quando os mesmos são interessados e participativos, comparecem na sede e nos eventos, apresentam críticas e sugestões, votam nas eleições, enfim, cumprem suas obrigações sociais.




Na palestra que Fernando Amaral realizou na AFABB RS o nosso auditório estava lotado, gente de pé ao fundo, público de GRE NAL, cerca de duzentas pessoas. Além de numeroso o público foi altamente selecionado, pois estavam presentes colegas representativos do movimento sindical,  Xavasco, Pastoris e Mottini, ex diretor do BB e ex conselheiro deliberativo da PREVI, Juraci Massiero, presidente da AABB POA,  Luiz Antônio, Gerente Regional da Cassi, Ewerton,Delegado da Cooperforte, Polvora, e tantos outros.



A palestra versou sobre as impropriedades da resolução 26, que favorece o patrocinador em detrimento dos participantes, dos polêmicos e mal ajustados bônus concedidos a diretores da Previ e sobre os critérios equivocados do teto dos benefícios. Amaral anunciou que a ANABB está concluindo os estudos e vai entrar com ação judicial em todos esses casos.

O que gostei e congratulo aos presentes foi o clima que permeou os debates, em alguns instantes até um pouco exaltados, mas sempre com respeito e educação, embora as naturais divergências de opinião.

E´ assim que tem que ser entre nós.  Não somos inimigos, somos colegas fraternais.  O que nos une é muito maior do que o que nos separa.  Opiniões diversas e eventuais críticas não podem ser levadas a ferro e fogo, desde que feitas com educação e de maneira construtiva.

Assim, desejo aqui, me congratular com os promotores do evento, Maeda, Celson, Canabarro e Oraida Medeiros, e, principalmente, com o público presente, que deu uma verdadeira aula de cidadania e de coleguismo. Parabéns.

10 comentários:

Anônimo disse...

Parte I

O mundo encantado de Dilma
O Estado de S.Paulo 25/09/2014 02:06
Um turista francês de 55 anos, chamado Hervé Goudel, foi decapitado na Argélia por um grupo extremista que disse estar sob as ordens do Estado Islâmico (EI), a organização terrorista que controla atualmente parte da Síria e do Iraque e lá estabeleceu o que chama de "califado". Um vídeo que mostra a decapitação de Goudel foi divulgado ontem, para servir como peça de propaganda do EI - cujos militantes já decapitaram em frente às câmeras dois jornalistas americanos e um agente humanitário britânico e estarreceram o mundo ao fazer circular as imagens de sua desumanidade.
Pois é com essa gente que a presidente Dilma Rousseff disse que é preciso "dialogar".
A petista deu essa inacreditável declaração a propósito da ofensiva militar deflagrada pelos Estados Unidos contra o EI na Síria. Numa entrevista coletiva em Nova York, na véspera de seu discurso na abertura da Assembleia-Geral da ONU, Dilma afirmou lamentar "enormemente" os ataques americanos contra os terroristas. "O Brasil sempre vai acreditar que a melhor forma é o diálogo, o acordo e a intermediação da ONU", disse a presidente - partindo do princípio, absolutamente equivocado, de que o EI tem alguma legitimidade para que se lhe ofereça alguma forma de "acordo".
É urgente que algum dos assessores diplomáticos de Dilma a informe sobre o que é o EI, pois sua fala revela profunda ignorância a respeito do assunto, descredenciando-a como estadista capaz de portar a mensagem do Brasil sobre temas tão importantes quanto este.
O EI surgiu no Iraque em 2006 por iniciativa da Al-Qaeda, para defender a minoria sunita contra os xiitas que chegaram ao poder depois da invasão americana. Sua brutalidade inaudita fez com que até mesmo a Al-Qaeda renegasse o grupo, que acabou expulso do Iraque pelos sunitas. A partir de 2011, o EI passou a lutar na Síria contra o regime de Bashar al-Assad. Mas os jihadistas sírios que estão na órbita da Al-Qaeda também rejeitaram o grupo, dando início a um conflito que já matou mais de 6 mil pessoas.
Com grande velocidade, o EI ganhou territórios na Síria e, no início deste ano, ocupou parte do Iraque, ameaçando a própria integridade do país. No caminho dessas conquistas, o EI deixou um rastro de terror. Além de decapitar ocidentais para fins de propaganda, seus métodos incluem crucificações, estupros, flagelações e apedrejamento de mulheres.
"A brutalidade dos terroristas na Síria e no Iraque nos força a olhar para o coração das trevas", discursou o presidente americano, Barack Obama, na Assembleia-Geral da ONU, ao justificar a ação dos Estados Unidos contra o EI - tomada sem o aval do Conselho de Segurança da ONU. Em busca de apoio internacional mais amplo - na coalizão liderada por Washington se destacam cinco países árabes que se dispuseram a ajudar diretamente na operação -, Obama fez um apelo para que "o mundo se some a esse empenho", pois "a única linguagem que os assassinos entendem é a força".
Pode-se questionar se a estratégia de Obama vai ou não funcionar, ou então se a ação atual é uma forma de tentar remendar os erros do governo americano no Iraque e na Síria (ver o editorial A aventura de Obama, abaixo). Pode-se mesmo indagar se a operação militar, em si, carece de legitimidade. Mas o fato incontornável é que falar em "diálogo" com o EI, como sugeriu Dilma, é insultar a inteligência alheia - e, como tem sido habitual na gestão petista, fazer a diplomacia brasileira apequenar-se.

Anônimo disse...

Parte II

Em sua linguagem peculiar, Dilma caprichou nas platitudes ao declarar que "todos os grandes conflitos que se armaram (sic) tiveram uma consequência: perda de vidas humanas dos dois lados". E foi adiante, professoral: "Agressões sem sustentação, aparentemente, podem dar ganhos imediatos. Depois, causam enormes prejuízos e turbulências. É o caso, por exemplo, do Iraque. Tá lá, provadinho, no caso do Iraque". Por fim, Dilma disse que o Brasil "é contra todas as agressões" e, por essa razão, faz jus a uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU - para, num passe de mágica, "impedir essa paralisia do Conselho diante do aumento dos conflitos em todas as regiões do mundo".

Anônimo disse...

Caro Dr. Medeiros, lamentei não poder comparecer por razões de saúde de minha esposa, mas estou lhe enviando a receita de um drinque com o seu nome espero que agrade.


Medeiros Connection




70 ml de cachaça envelhecida 8 anos em barril de carvalho
20ml de vermute Carpano Punt e Mes
15ml vermute seco Noilly Prat
3 a 5 gotas de bitter angostura
3 a 5 gotas de bitter de laranja
Casca de laranja para decorar
Gelo

1. Coloque todos os ingredientes em um mixing glass com pedras de gelo. Misture bem com uma colher bailarina até resfriar o drinque.

2. Coe e sirva em uma taça martini. Decore com uma casca de laranja.

Valim disse...

Medeiros,


Conheço o Amaral e acho, que não somos inimigos longe disso,tenho-lhe como amigo. De uma feita vi aquele acalorado senhor sentado na GEPES RIO posso estar enganado, mas não gostei, e não quis saber de situação, badalação e frescura e fui falar pessoalmente com ele.

Acredito piamente que o Sr. Amaral esteja tomando atitudes certas e acredito também que não traga como consequência cobranças a serem pagas pela a Nossa Diretora Cecília Garcez pois a vejo fazendo um belo trabalho.

Já tenho como convicção que toda atitude é uma visão estratégica de frutos a serem colhidos no futuro. Ajo assim também, não estou menosprezando. Mas existem pessoas que falam que não agem politicamente. Até uma criança assim o faz. O ser humano é um ser político por nascença.

Gostaria que esta ação da resolução já estivesse pronta, e que dentro do possível Amaral criasse mudanças no ESTATUTO DA ANABB podendo agir em face do BB, litigiosamente, ou que isto seja um aceno de fortalecimento da AFABB - RS.

Compartilho sim das atitudes da CHAPA 3, LIVRE, FORTE E DE TODOS e estou com todos, mais umbilicalmente com Medeiros e Cecília Garcez.

VIVA MARINA NO PRIMEIRO TURNO, infantilidade ? Sou uma eterna criança. Intuição ? Acho que sim...

Valim.

OBS: Estou me credenciando amanhã na AFABB- RS. Só gostaria de saber o valor das mensalidades ?

Anônimo disse...

É isso aí Dr. Medeiros,

reproduzo o seu parágrafo:
"E assim que tem que ser entre nós. Não somos inimigos, somos colegas fraternais. O que nos une é muito maior do que o que nos separa. Opiniões diversas e eventuais críticas não podem ser levadas a ferro e fogo, desde que feitas com educação e de maneira construtiva".

Muito diferente de uma meia dúzia de 3 ou 4 que apenas aproveita os momentos ruins para disseminar a discórdia, mas que é incapaz de deixar o conforto de seus lares ou cidades para acompanhar a caravana de informações, como faz o Dr.

Parabéns!

Humberto disse...

Medeiros, ontem, quinta-feira, participamos aqui em Caxias do Sul, da palestra do Fernando Amaral, o qual não conhecia pessoalmente, mas de imediato passei a admirá-lo, pelo seu posicionamento, esclarecendo vários pontos obscuros nos temas abordados, tais como Rés 26, Teto dos Estatutários, término do BET e superávit, entre outros.
Falou com clareza, com muito conhecimento e experiência no assunto, e o mais importante: ouviu atenciosamente opiniões divergentes, nunca se escondendo do bom debate.
Muito diferente das reuniões em Poa com aquele Sasseron e tchurma.
Ressaltamos ainda a presença de outros colegas, com destaque a participação do Maeda, tornando o encontro ainda mais proveitoso, abordando alguns assuntos da Cassi.
Valeu muito termos participado, apenas lamentando a pouca participação de colegas, pois cerca de quarenta estavam presentes.
Um abraço
Humberto - Caxias do Sul.
Gostaríamos muito de realizar uma palestra em Caxias, com tua participação.

Américo disse...

Pelo que tenho observado de vários comentários postados neste Blog, a causa de todos os desmandos que são praticados contra os aposentados do Banco, têm um nome :PT. Parece que com o evoluir da idade alguns de nós se torna sonhador, pois não consigo imaginar, Marina ou Aécio na Presidência, corrigindo tudo o que de mal tem sido feito contra nós, haja vista que quando fomos governados durante oito anos pelo tucano-mór FHC, foi um dos períodos mais sombrios que vivenciamos, greves não haviam, até porque a punição nesses casos era a demissão, assim como, reajustes quase zero por oito anos. Quanto a Marina, uma candidata que tem como coordenadora de campanha a herdeira do Banco Itaú, por sí só já mostra a que se propõe. Que bom que o PT fosse a causa de nossas dificuldades. Muito simples: era só extirpa-lo do poder e iríamos navegar em céu de brigadeiro!

Marco Orlando disse...

Bejamin Franklin disse:

"Quando todas as armas forem propriedades do governo e dos bandidos, estes decidirão de quem serão as outras propriedades"

Bejamin Franklin

Elenita disse...

Mais embaixo tem um comentário do próprio Ari depois da operação, acho que deu certo:

Estou sensibilizado pelo carinho e ajuda que estão me dando. Voltei da cirurgia mais animado, o médico me disse que talvez o percentual de cura seja maior. Temos que aguardar a evolução. Foi colocado silicone (óleo) junto à retina colada para que fique no mínimo um ano pressionando-a a fim de evitar um novo descolamento. Agradeço a Deus por tantos amigos leais que muitas vezes nem sabemos que temos.
Obrigado a todos(as) do fundo do meu coração! Pelo conforto das palavras, como gostaria de abraçar a cada um de vocês, meus queridos amigos e amigas.
24/09/14 22:44

Anônimo disse...

Colega Américo (26/09/2014 09:52),

Não discordo dos tempos sombrios de FHC -- principalmente para o funcionalismo público e os do BB, porem se não fosse ele hoje estaríamos, sem o Plano Real, em situação semelhante à de Cuba, Venezuela e Argentina. Dos males, o menor.